{"id":603,"date":"2023-11-23T20:31:18","date_gmt":"2023-11-23T20:31:18","guid":{"rendered":"https:\/\/confrariaenofilosalentejo.pt\/2\/?page_id=603"},"modified":"2023-11-24T19:48:13","modified_gmt":"2023-11-24T19:48:13","slug":"zonas-vitivinicolas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/confrariaenofilosalentejo.pt\/2\/zonas-vitivinicolas\/","title":{"rendered":"Zonas Vitivin\u00edcolas"},"content":{"rendered":"\n<div id=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns-6d39dfb0\" class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns alignfull has-1-columns has-desktop-equal-layout has-tablet-equal-layout has-mobile-equal-layout has-vertical-unset\"><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns-overlay\"><\/div><div class=\"innerblocks-wrap\">\n<div id=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-column-d08a6c6d\" class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-column\">\n<h1 class=\"wp-block-heading has-text-align-center has-nv-text-dark-bg-color has-text-color\">Zonas Vitivin\u00edcolas<\/h1>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-neve-button-color-color has-css-opacity has-neve-button-color-background-color has-background\"\/>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O Alentejo \u00e9 uma regi\u00e3o produtora de vinhos de qualidade estando regulamentada a \u201cDenomina\u00e7\u00e3o de Origem Controlada\u201d Alentejo, a qual inclui oito sub-regi\u00f5es, a saber:<\/p>\n\n\n\n<p>Borba<br>\u00c9vora<br>Granja-Amareleja<br>Moura<br>Portalegre<br>Reguengos de Monsaraz<br>Redondo<br>Vidigueira<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-justify\">Cada uma destas sub-regi\u00f5es tem que respeitar um conjunto de requisitos espec\u00edficos de produ\u00e7\u00e3o, entre os quais se incluem os tipos de solos de implanta\u00e7\u00e3o das vinhas e as castas constituintes do escepamento destas.<br><br>As vinhas que n\u00e3o respeitem estes requisitos e que estejam instaladas nos distritos de Portalegre, \u00c9vora e Beja, podem produzir um vinho de mesa com indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica \u201c Vinho Regional Alentejano\u201d.<br><br>Em qualquer dos casos os vinhos est\u00e3o sujeitos a um elevado controlo de qualidade, que come\u00e7a desde logo nos produtores e culmina na Comiss\u00e3o Vitivin\u00edcola Regional Alentejana (CVRA) enquanto entidade reguladora e certificadora da atividade, sendo efetuadas avalia\u00e7\u00f5es anal\u00edticas e organol\u00e9pticas aos vinhos produzidos, esta \u00faltima por uma C\u00e2mara de Provadores.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Legisla\u00e7\u00e3o base \u2013 Decreto-lei n.\u00ba 265\/98 de 19 de Agosto<\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Exig\u00eancias Gerais<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Rendimento M\u00e1ximo<\/strong><br>Vinho Tinto &#8211; 55 (hl\/ha)<br>Vinho Branco \u2013 60 (hl\/ha)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Titulo alcoom\u00e9trico<\/strong><br>Vinho Tinto &#8211; 11,5 (% Vol.)<br>Vinho Branco \u2013 11,0 (% Vol.)<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Vinho Regional Alentejano<\/h3>\n\n\n\n<p><strong>\u00c1rea Geogr\u00e1fica<\/strong><br>Abrange os Distritos de Portalegre, \u00c9vora e Beja<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Legisla\u00e7\u00e3o base<\/strong><br>Portaria n.\u00ba 623\/98 de 28 de Agosto e Portaria n.\u00ba 394\/2001 de 16 de Abril.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Titulo alcoom\u00e9trico vol\u00famico m\u00ednimo<\/strong><br>11,0 % (Tintos, brancos e rosados)<\/p>\n\n\n\n<div id=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns-e1f2ccaf\" class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns alignfull has-1-columns has-desktop-equal-layout has-tablet-equal-layout has-mobile-equal-layout has-vertical-unset has-dark-bg\"><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns-overlay\"><\/div><div class=\"innerblocks-wrap\">\n<div id=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-column-d41ecdd0\" class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-column\">\n<div id=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-39eecaff\" class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion exclusive\">\n<details class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item\"><summary class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__title\"><div>Borba<\/div><\/summary><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\">Borba \u00e9 a segunda maior sub-regi\u00e3o do Alentejo, espraiando-se ao longo do eixo que une Estremoz a Terrugem, estendendo-se por Orada, Vila Vi\u00e7osa, Rio de Moinhos e Alandroal, terras pontuadas por solos \u00fanicos, dep\u00f3sitos colossais de m\u00e1rmore que marcam de forma indel\u00e9vel e decisiva a viticultura e o car\u00e1cter dos vinhos da sub-regi\u00e3o.<br>As manchas alargadas de xisto vermelho, distribu\u00eddas heterogeneamente por terras pobres e austeras, constituem a tipologia alternativa marcante de Borba, naquela que \u00e9 uma das sub-regi\u00f5es mais din\u00e2micas do Alentejo.<br>O microclima especial de Borba assegura \u00edndices de pluviosidade levemente superiores \u00e0 m\u00e9dia, bem como n\u00edveis de insola\u00e7\u00e3o ligeiramente inferiores \u00e0 m\u00e9dia alentejana, proporcionando vinhos especialmente frescos e elegantes.<\/p>\n<\/div><\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item\"><summary class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__title\"><div>\u00c9vora<\/div><\/summary><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\">Num passado long\u00ednquo, durante o remate final do s\u00e9culo XIX, \u00c9vora gozou de um prest\u00edgio inimagin\u00e1vel, tendo sido reconhecida como uma das sub-regi\u00f5es mais vistosas e admiradas do Alentejo, ber\u00e7o de muitos dos vinhos mais cobi\u00e7ados da regi\u00e3o.<br>A filoxera, primeiro, logo seguida pelo estigma da campanha cereal\u00edfera do Estado Novo, encarregaram-se de suprimir quase por inteiro a vinha na sub-regi\u00e3o, relegando \u00c9vora a um esquecimento for\u00e7ado.<br>Foi preciso esperar at\u00e9 ao final da d\u00e9cada de oitenta do s\u00e9culo passado para assistir ao renascimento de \u00c9vora, capital e parte integrante do Alentejo central. A paisagem \u00e9 dominada pelos solos pardos mediterr\u00e2nicos, numa paisagem quente e seca que \u00e9 ber\u00e7o de alguns dos vinhos mais prestigiados do Alentejo.<\/p>\n<\/div><\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item\"><summary class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__title\"><div>Granja &#8211; Amareleja<\/div><\/summary><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\">A Granja-Amareleja espraia-se pela zona da raia, paredes-meias com a fronteira espanhola, disposta em redor da vila de Mour\u00e3o, condicionada por um dos climas mais \u00e1ridos e inclementes de Portugal.<br>Os solos paup\u00e9rrimos s\u00e3o forrados a barro e xisto, oferecendo produ\u00e7\u00f5es e rendimentos baix\u00edssimos, tra\u00eddos pela recorrente falta de \u00e1gua, pela quase aus\u00eancia de mat\u00e9ria org\u00e2nica e pela superficialidade da cobertura vegetal.<br>\u00c9 uma zona de extremos que d\u00e1 corpo a vinhos pejados de personalidade. Os Ver\u00f5es muito quentes e secos implicam matura\u00e7\u00f5es precoces, dando azo a vinhos quentes e suaves, de grau alco\u00f3lico elevado.<br>A casta Moreto, uma das variedades mais caracter\u00edsticas da sub-regi\u00e3o, adaptou-se especialmente bem \u00e0 regi\u00e3o.<\/p>\n<\/div><\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item\"><summary class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__title\"><div>Moura<\/div><\/summary><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\">O clima revela uma forte tend\u00eancia continental, com amplitudes t\u00e9rmicas dilatadas, Invernos frios e rigorosos e Ver\u00f5es t\u00f3rridos, secos e prolongados.<br>Os solos s\u00e3o especialmente pobres, com o barro e o calc\u00e1rio a alternarem na paisagem, solos pouco profundos, duros e inclementes para a vinha mas com boa capacidade de reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua.<br>A casta Castel\u00e3o domina a paisagem por inteiro, bem adaptada aos rigores de um clima t\u00e3o extremado.<br>Os vinhos de Moura apresentam um perfil quente e macio, com gradua\u00e7\u00f5es alco\u00f3licas consequentes.<\/p>\n<\/div><\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item\"><summary class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__title\"><div>Portalegre<\/div><\/summary><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\">Portalegre \u00e9 uma sub-regi\u00e3o muito diferenciada das restantes sete. \u00c9 aquela que mais se diferencia pela originalidade e condi\u00e7\u00e3o.<br>Em Portalegre tudo \u00e9 distinto, desconforme com a realidade tradicional do Alentejo, dos solos \u00e0s vinhas, da altitude \u00e0 idade das cepas.<br>As vinhas, dispostas maioritariamente nos contrafortes da Serra de S. Mamede, em fragas cujos picos chegam a transpor os mil metros de altitude, beneficiam com o clima moderado pela altitude, muito mais fresco e h\u00famido que o calor das plan\u00edcies do sul, proporcionando vinhos frescos e elegantes\u2026 mas igualmente poderosos.<br>Os solos predominantemente gran\u00edticos surgem intercalados, nas zonas mais baixas, com pequenas manchas de xisto. Nas vinhas da serra a propriedade encontra-se muito fragmentada, dividida em in\u00fameras courelas semeadas por vinhas muito velhas, com idades que chegam a atingir os setenta anos.<\/p>\n<\/div><\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item\"><summary class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__title\"><div>Redondo<\/div><\/summary><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\">A Serra d\u00b4Ossa, um dos maiores acidentes orogr\u00e1ficos do Alentejo, eleva-se a cerca de 600 metros de altitude, dominando e delimitando a sub-regi\u00e3o do Redondo, resguardando as vinhas a Norte e Nascente, proporcionando Invernos frios e secos compensados por Ver\u00f5es quentes e ensolarados.<br>Os solos, apesar de heterog\u00e9neos, como \u00e9 regra no Alentejo, privilegiam os afloramentos gran\u00edticos e xistosos dispostos em encostas suaves com predomin\u00e2ncia na exposi\u00e7\u00e3o a Sul.<br>\u00c9 uma das sub-regi\u00f5es mais consistentes face \u00e0 prote\u00e7\u00e3o que a Serra da Ossa oferece.<\/p>\n<\/div><\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item\"><summary class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__title\"><div>Reguengos de Monsaraz<\/div><\/summary><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__content\">\n<p class=\"has-text-align-justify\">\u00c9 a maior e uma das mais prestigiadas sub-regi\u00f5es do Alentejo, assente em terrenos pobres e pedregosos, repleta de afloramentos rochosos que marcam de forma dram\u00e1tica a paisagem de Reguengos.<br>Os solos xistosos e o clima profundamente continental, com Invernos muito frios e Ver\u00f5es extremamente quentes, condicionam a viticultura, oferecendo vinhos encorpados e poderosos, com boa capacidade de envelhecimento.<br>Apesar da dimens\u00e3o, Reguengos \u00e9 uma das sub-regi\u00f5es onde a propriedade se encontra mais fragmentada, com \u00e1reas m\u00e9dias de vinha reduzidas para as refer\u00eancias tradicionais alentejanas.<br>Reguengos \u00e9 reduto de algumas das vinhas mais velhas do Alentejo, reservas \u00fanicas de clones e variedades hoje quase perdidas.<\/p>\n<\/div><\/details>\n\n\n\n<details class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item\"><summary class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__title\"><div>Vidigueira<\/div><\/summary><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-accordion-item__content\">\n<p>A falha da Vidigueira, um acidente natural que marca a divis\u00e3o entre o Alto e o Baixo Alentejo, determina a raz\u00e3o de ser da Vidigueira, a sub-regi\u00e3o mais a Sul do Alentejo.<br>As escarpas de orienta\u00e7\u00e3o Este-Oeste, com cerca de 50 quil\u00f3metros de comprimento, condicionam o clima da Vidigueira, convertendo-a, apesar da localiza\u00e7\u00e3o t\u00e3o a Sul, numa das sub-regi\u00f5es com o clima mais temperado do Alentejo.<br>Os solos pouco produtivos, predominantemente de origem gran\u00edtica e xistosa, escondem uma das variedades mais misteriosas do Alentejo, a Tinta Grossa que alguns apontam como heter\u00f3nimo para a casta Tinta Barroca.<br>Apesar dos extremos e da localiza\u00e7\u00e3o t\u00e3o a Sul, durante anos a Vidigueira foi palco privilegiado para os vinhos brancos do Alentejo, fruto da prote\u00e7\u00e3o da escarpa da Vidigueira.<\/p>\n<\/div><\/details>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div id=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns-7779d157\" class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns has-1-columns has-desktop-equal-layout has-tablet-equal-layout has-mobile-equal-layout has-vertical-unset\"><div class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-columns-overlay\"><\/div><div class=\"innerblocks-wrap\">\n<div id=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-column-f0ecbf70\" class=\"wp-block-themeisle-blocks-advanced-column\"><\/div>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Alentejo \u00e9 uma regi\u00e3o produtora de vinhos de qualidade 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